segunda-feira, 10 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Desfile 7 de setembro em Vilhena deste ano foi um dos maiores realizados
IV SED – Seminário de Educação é sediado na cidade de Vilhena e conta com palestrante da UnB
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Vozes.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Como diz a Amy - No, no , no!

Eu nunca pedi escravidão eterna... Muito pelo contrário, a porta sempre esteve aberta para você.
Se você está aqui é por que deveria querer estar, não é verdade?
Posso ser gentil, posso ser afável, posso ser até ingênua ás vezes, somente não peça para eu ser cega.
Isso definitivamente não posso ser!
Nunca combinou comigo fingir simpatias. Muito menos mentir para mim mesma os fatos nítidos.
Talvez eu seja muito difícil. Eu nunca escondi isso. Não culpo meu sexto sentido, ele sempre acerta.
Então querido, não pense que essa minha fragilidade aparente seja eterna.
Eu sei me transforma em uma naja quando preciso.
Sou dona de mim, e responsável pela minha felicidade. Se você não quer ser meu cúmplice, e só meu, também já não posso ser só sua.
Só quero quem me acrescente felicidade, sorrisos, beijos... Já chorei demais por quem não mereceu.
Se essa história se repete, a morte da minha Felicidade é que NÃO vai ser o final.
Obrigada
terça-feira, 1 de março de 2011
A felicidade entra pela porta, e o medo pela janela
Quando a felicidade bate na porta,
Com batidas de quem tem pressa de entrar..,
Você se perguntar, se a felicidade tem nome, se ela tem um rosto, um cheiro e um gosto.
Até dúvida que a tal felicidade pode tomar corpo, som, um cheiro cítrico, e um sabor agridoce.
Felicidade, não é uma coisa, algo, que alguém inventou para não se perder a fé?
Com cara de susto, você pergunta, quem é? e ela tão apressada diz:
- Sou eu, deixa-me entrar!
Com o coração aos pulos, abre a porta, a janela, a vida.
- Sinta-se em casa, fique a vontade!
A vida se torna uma aventura, se esquece que têm fome ou sede, se esquece de dores, se esquece até de esquecer...
Esquece-se de tudo, menos do tal cheiro, jeito, rosto,gosto.
E quando percebe que a tal visitante tomou conta da sua vida... já não pode mais com ela.
Pior do que qualquer droga, ela te vicia com apenas um sorriso de lado e um beijo na testa.
E o medo que chega, é o medo de ir.
Que fique a eternidade que durar...
Só não vá embora, como chegou. Imprevisível e com um sorriso no rosto.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Quem sabe um dia...
Eu quero você. De calmaria à tempestade.
Sem jeito, com um sorriso torto nos lábios, ou quem sabe com eles cerrado aos meus.
Quero você, sem pressa. Sem medo. Sem tempo.
Chuva ou sol, e com chuva e sol. Dias nublados, dias rosados. Neblina, ou sereno.
Tanto faz...
Quero você em uma tarde chuvosa qualquer, aquelas que demoram a passar.
E quando se vão deixam o cheiro de terra molhada.
Quero você em manhã ensolarada com cheiro de café, e preguiça de levantar.
Quero você, mais uma noite, só uma. Com cama, cobertor, meias e um achocolatado quente.
E por acaso se queiras ficar mais um dia, eu não irei te questionar.
Quero você não como um último anseio de uma vida. Quero você de um jeito diferente, como a calmaria de quem tem uma vida toda pela frente. Como os primeiros passos de uma criança. Ou as primeiras quedas de bicicleta.
Os tropeços podem nos levar a qualquer lugar...
E hoje, eu só precisaria saber quais são os caminhos tortuosos que me levam até você?
Sem planos, sem metas. Venhas se queres ficar. Ou então vá se desejas.
Quem sabe como a música do poeta, um dia, por descuido ou poesia você goste de ficar...
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Gabriela, Luiza, Carolina, Nardiane, Carla, Amanda, etc...
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Vai passar...

"Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O outono está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como 'estou contente outra vez'..."
(Caio F. Abreu)